Entenda: Como Investir em ouro?

Oi Velotaxers, como vocês estão? Hoje vamos falar sobre ouro, mais precisamente como investir nesse metal precioso.

Por ser um recurso escasso e utilizado como reserva de valor, esse metal é considerado um porto de segurança nos momentos de maior turbulência.

O ouro pode ser utilizado como investimento no Brasil, através de quatro maneiras: aquisição de ouro físico, negociação de contratos futuros de ouro na Bolsa, aplicação em fundos de investimento e ações mineradoras focadas em ouro.

Nesse artigo, vamos entender como funciona a aplicação em cada um desses produtos. Então sem mais demora, vamos lá!

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Aquisição de ouro físico

Essa é uma das maneiras mais antigas utilizadas para investir em ouro. Ela é feita no mercado de balcão (fora do sistema da Bolsa), é a aquisição do metal físico. É realizada em empresas autorizadas pelo Banco Central e são chamadas de Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários — DTVM.

A venda do ouro, pode ser feita tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, tendo um mínimo de um grama de ouro. A cotação segue o preço do dia do metal — ouro spot, à vista — e pode ser acompanhada pelo site da B3. Há um spread de compra e venda que varia entre 2% e 5%, dependendo da relação entre oferta e a procura no dia.

Importante mencionar que para segurança de quem está adquirindo o ouro, é necessário que a aquisição seja realizada em empresas certificadas, a fim de evitar o risco de comprar ouro falsificado ou de qualidade inferior.

Se você quer saber sobre a tributação, vamos lá: o ouro é tratado como uma aplicação de renda variável, e possui isenção de Imposto de Renda sobre os ganhos obtidos, até R$ 20 mil por mês.

Caso você ultrapasse esse valor, a alíquota a ser aplicada será de 15% sobre os rendimentos. O recolhimento desse imposto é realizado pelo investidor, até o último dia útil do mês subsequente ao da operação.

Contratos futuros de ouro

Nos contratos futuros de ouro, a aplicação é feita em derivados com expectativa de refletir a oscilação do preço do ouro no futuro. Apesar de ser mais simples que o ouro em barra, por não exigir um armazenamento, nos contratos futuros, o investidor necessita fazer um depósito de garantia e é necessário que esteja atento aos valores de ajustes demandados de acordo com o desempenho do derivativo.

Aqui uma informação: não há minicontrato de ouro na B3. Atualmente, estão disponíveis três contratos na B3: contratos fracionários de 10 gramas de ouro (OZ2D) e 0,225 gramas (OZ3D) e, o padrão de 250 gramas (OZ1D). Maior o tamanho, maior tende ser a liquidez.

O valor mínimo para a negociação desses contratos irá depender dos lotes mínimos para negociação exigidos em cada um deles.

Se você quiser entender melhor como funciona o mercado futuro, elaboramos esse artigo que pode te ajudar.

Aqui a aplicação do Imposto de Renda ocorre da mesma maneira que a do ouro físico, ou seja: possui isenção de Imposto de Renda sobre os ganhos obtidos, até R$ 20 mil por mês.

Caso você ultrapasse esse valor, a alíquota a ser aplicada será de 15% sobre os rendimentos. O recolhimento desse imposto é realizado pelo investidor, até o último dia útil do mês subsequente ao da operação.

Fundo Ouro (Fundos de investimento)

Esses fundos são para os investidores que desejam montar posição em ouro sem adquirir o metal ou operar contratos futuros na Bolsa. Essa é uma opção mais prática de investimento, já não é necessário lidar com uma burocracia.

A gestão desses fundos é realizada por especialistas qualificados e esse tipo de investimento reúne recursos de diversas pessoas. Os ganhos obtidos são divididos entre os participantes do fundo, na proporção do valor aplicado por cada um.

Existem vários tipos de fundo de investimento em ouro, sendo a principal diferença entre eles a estratégia de alocação do gestor responsável. Assim temos o fundo ouro em real (que aplica somente em ouro, através de contratos futuros e não sofrem com as oscilações do dólar), o fundo ouro em real mais o CDI (que tem a variação do preço do ouro com o acréscimo do CDI) e o fundo de ouro mais dólar (que está sujeito as oscilações do dólar).

Para essa modalidade, quem deseja investir deve buscar fundos de índice (ETFs) que repliquem contratos de ouro quanto fundos que apliquem nesse metal.  Nessa modalidade, o Imposto de Renda incidente sobre a rentabilidade segue uma tabela regressiva.

Nos fundos de curto prazo (papéis com vencimento abaixo de 365 dias, em média) a alíquota varia de 22,5% a 20%. Já nos fundos de longo prazo (com papéis de vencimento acima de 365 dias, em média), as alíquotas regressivas vão de 22,5% para 15%, quando acima de 720 dias de aplicação.

Ainda há o IOF – Imposto sobre Operações Financeiras – sobre o rendimento nos resgates realizados em um período inferior a 30 dias. Ainda, na venda de cotas de um ETF, irá incidir 15% de IR, sobre o ganho de capital obtido pelo investidor.

Ações de mineradoras

O investidor que tem interesse de investir em ouro, também pode adquirir compra de ações de mineradoras, sujeito a exposição da variação de preço das ações na Bolsa e com direito a dividendos.

Nesse caso, o processo irá funcionar como em uma ação, em que o investidor pode operar via home broker (sistemas de negociação) de uma corretora de valores. Os custos envolvidos são em geral a taxa de corretagem, os emolumentos devidos à B3 e, possivelmente, taxa de custódia.

Vale mencionar que apesar dos papéis estarem ligados à extração e à comercialização de ouro, as ações adquiridas são de empresas que estão sujeitas a questões de gerenciamento, administração e eficiência, e isso pode impactar as cotas disponíveis na Bolsa.

O Imposto de Renda dos BDRs é de 15% sobre os ganhos obtidos.

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E chegamos ao fim do nosso artigo? Não ainda.

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