Entendendo as 5 maiores criptomoedas do mundo

Olá Velotaxers, estão bem? Hoje vamos falar novamente sobre criptomoedas. Melhor, sobre as 5 maiores criptomoedas do mundo.

Já falamos anteriormente sobre criptomoedas nesse artigo aqui e aqui também. Então hoje, vamos nos aprofundar nas maiores criptomoedas e entender um pouco mais sobre cada uma delas.

Vamos lá?

criptomoedas

Uma pequena linha do tempo

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Bitcoin

Considerada a primeira grande moeda virtual do mundo, o Bitcoin teve sua primeira transação em 2009 entre Nakamoto e Hal Finney, marcando assim a primeira transação de moedas feita na história do Bitcoin.

O nome bit não faz referência a byte, como muitos podem pensar, mas sim a uma rede de compartilhamento P2P (ponto a ponto), chamada de BitTorrent, onde cada usuário é anônimo e possui o mesmo valor.

A origem do Bitcoin é atribuída a Dorian Nakamoto, um codinome que seria utilizado por Satoshi Nakamoto (mesmo esse sempre negando a suposta criação).

A taxa de câmbio entre a moeda virtual e o dólar foi estabelecida pelo New Liberty Standar como USD 1 = BTC 1.309,03 (BTC é a abreviação de Bitcoin).

Uma curiosidade: em 2010 o mercado para o Bitcoin já estava estabelecido e já era possível assim comprar e vender Bitcoins. A primeira compra real de um produto com a cripto foi de uma pizza, comprada na Flórida.

No mesmo ano de 2010, foi lançado a versão Bitcoin 0.3 e em novembro o valor total negociado no mercado ultrapassa 1 milhão de dólares.

O ano de 2010 também foi marcado por dois eventos:

  • Em agosto, uma falha no sistema do Bitcoin foi descoberta e usada para criar 184 bilhões de bitcoins;
  • Em dezembro, foi lançado o Bitcoind, o primeiro aplicativo para transações bitcoin em sistemas mobile.

Em 2011 a moeda virtual alcançou a paridade com o dólar e, em 2013 (ano do lançamento da versão 0.8), o valor total do mercado do Bitcoin ultrapassou 1 bilhão de dólares e em San Diego, California, o primeiro ATM para Bitcoins foi instalado.

O Bitcoin utiliza um código complexo, que não pode ser alterado, tendo todas as suas transações protegidas por criptografia. Cada transação é validada por um grupo de pessoas, chamadas de mineradores, por meio de computadores, que gravam estas operações na blockchain, garantindo a segurança de todo sistema.

Foi estipulado que haverá no máximo 21 milhões de bitcoins em circulação. A expectativa é que o halving (redução de emissão do bitcoin) ocorra a cada quatro anos, o que leva à conclusão de que o Bitcoin deixará de ser minerado em 2140.

Ripple (XRP)

O Ripple é um protocolo de pagamento distribuído, que também tem uma moeda virtual do seu sistema, a XRP. A diferença da XRP e de outros criptoativos, é que a plataforma suporta em sua rede outros tokens que podem representar moedas tradicionais ou outros bens.

Diferente do Bitcoin, não existe o processo de mineração. Já foram criados 100 bilhões de XRP, sendo que boa parte está em tesouraria com a própria Ripple. Atualmente, são pouco mais de 43 bilhões de XRP em circulação.

Além de ser uma criptomoeda que pode ser adquirida em corretoras comuns, a XRP é um ativo que facilita a confirmação de transações por clientes da Ripple, como bancos e empresas, dentro da RippleNet.

A RippleNet é a rede blockchain desenvolvida pela Ripple com foco no mercado bancário.

Embora você possa comprar e manter XRP em sua carteira digital, ela não foi criada para uso direto por consumidores. Trata-se de um criptoativo que tem o intuito de fornecer liquidez para os bancos e agentes financeiros, funcionando assim como uma rede global de liquidação.

Os tokens XRP são negociados em corretoras, ou exchanges, de criptomoedas. Não há uma formação coordenada de preços, nem obrigação de manter um determinado volume de negociação. A cotação do XRP é determinada pela oferta e demanda em cada local de negociação.

O Ripple é utilizado em câmbio de baixa comissão, transações internacionais rápidas e como um ecossistema de pagamentos.

Tether (USDT)

O Tether é uma moeda digital classificada como stablecoin. Tem a visão de ser um ativo virtual estável e capaz de sofrer menos com as variações de preço do que a maioria das criptomoedas.

Essa criptomoeda foi inicialmente emitida no protocolo bitcoin através do Omni Layer Protocol, migrando posteriormente para outras blockchains.

Uma diferença do Tether é que ele tem seu lastro (ou planeja ter) baseado em uma moeda fiduciária. Isso significa que uma moeda corrente e usada no dia a dia é utilizada como garantia de valor. No caso do Tether é o dólar americano.

Originalmente, a criptomoeda foi vinculada com a proporção exata em relação ao dólar americano. Para isso, a Tether Limited deve aceitar os depósitos das moedas fiduciárias de seus clientes, emitindo o valor correspondente em Tethers.

Sendo assim, é responsável por fazer o saque das moedas fiduciárias e cancelar as criptomoedas correspondentes. Também deve manter em custódia as reservas fiduciárias (são essas que suportam todos os Tethers em circulação no mercado).

O Tether não pode ser gerado através do processo de mineração. Existem mais de 4 bilhões de Tether em circulação.

Ethereum (Ether)

Ethereum é uma plataforma que permite a programação de aplicativos descentralizados, contratos inteligentes e transações da criptomoeda Ether (ETH) e vários tokens, baseado na tecnologia da Blockchain.

O Ether é uma das três moedas digitais mais negociadas no mundo. Ainda, todas as atividades realizadas dentro da Ethereum, são pagas com a sua moeda.

Para se criar novas moedas, é usado o processo de mineração, onde os próprios usuários verificam e validam as operações.

O Ether não foi criado para ser uma moeda digital, mas sim um ativo para recompensar os desenvolvedores que usam a plataforma Ethereum para seus projetos.

Chainlink (LINK)

Chainlink é uma plataforma de blockchain que foi desenvolvida com o intuito de facilitar o uso de contratos inteligentes entre diferentes plataformas.

A plataforma trabalha com dois componentes principais na arquitetura: infraestrutura on-chain e infraestrutura fora da cadeia. A on-chain trabalha dentro do blockchain e fora da cadeia trabalha com dados do mundo real destinados a serem usados com os contratos inteligentes.

As duas plataformas juntam-se a uma rede Oracle descentralizada da Chainlink, que usa vários nós para fornecer dados a contratos inteligentes e evitar pontos únicos de falha.

O Chainlink tem sua operação em uma rede de nós chamada Nós de elo de cadeia (CN), tendo como incentivo para os operadores de nós (em troca da resposta correta) é dar uma pequena compensação financeira. Quanto maior precisão nas respostas, melhor será a compensação.

O bom desempenho dos nós e de seus operadores é recompensado com o token LINK, o token nativo da plataforma, que é adicionado às propriedades de tokens desses operadores. No final, os referidos traders obtêm lucro negociando o referido token ou o HODLing nele.

Os tokens Link podem ser vistos da mesma maneira que as moedas recém-geradas em cada bloco de Bitcoin. Assim um detentor de token de link pode ir para um câmbio e trocar esses tokens por outros tokens, criptomoedas ou fiat.

Foi bastante conteúdo até agora, mas vamos ver mais algumas coisas.

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Como investir em criptomoedas

Existem algumas formas de investir em criptomoedas. É possível comprar cotas de fundos de criptos, negociá-las diretamente em uma corretora especializada (conhecida como Exchange), aceitando as moedas digitais como pagamento em algum negócio ou ainda minerando.

Eu pago imposto sobre criptomoedas?

As criptomoedas são equiparadas a ativos financeiros e, em razão disso, estão sujeitas a ganhos de capital. Esses devem ser declarados sempre pelo seu valor de aquisição.

O cálculo e o recolhimento do imposto de renda, sobre o ganho de capital, é de responsabilidade do contribuinte.

Os ganhos com a venda de criptomoedas, que tenham um total maior que R$ 35.000,00 serão tributados. Essa tributação, essa incidência do imposto, possui alíquotas progressivas que são estabelecidas em função do lucro e que partem de 15% podendo chegar a 22,5%.

E o Velotax, onde fica nessa conversa toda?

O Velotax está aqui para te ajudar, veja só: se você tiver ganho acima do valor mencionado anteriormente, você precisará pagar o imposto devido através da DARF e para emitir esse documento de cobrança, de maneira extremamente rápida, simples e fácil é que o Velotax existe.
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