7 pontos para avaliar na saúde financeira do MEI

A saúde financeira do MEI é uma das preocupações centrais de todo Microempreendedor Individual. Neste artigo separamos 7 pontos para você avaliar a saúde financeira do MEI!
Só quem empreende sozinho sabe como é complicado manter as finanças em dia e garantir o lucro mês a mês.
Por isso é tão importante acompanhar de perto o caixa e buscar formas de reduzir custos e aumentar as receitas.
Neste artigo trouxemos 7 pontos para você conseguir avaliar a saúde financeira do MEI.
Saúde financeira do MEI: uma prioridade
A saúde financeira da empresa é prioridade absoluta em qualquer negócio – e é ainda mais importante para a MEI.
Afinal, estamos falando de uma Microempresa Individual que conta com recursos limitados para crescer e depende 100% do esforço do empreendedor.
Por isso, o microempreendedor precisa acompanhar de perto seus números e ter um controle diário de suas finanças.
Caso contrário, a empresa pode entrar no vermelho e dificilmente o empreendedor terá recursos suficientes para se recuperar.
De acordo com uma pesquisa do Sebrae publicada na Istoé Dinheiro, 3 em cada 10 MEIs fecham as portas em até 5 anos de atividade no Brasil.
Isso representa uma taxa de mortalidade empresarial de 29%, que é considerada altíssima.
Via de regra, quanto menor a empresa, maior a dificuldade de enfrentar crises e se reerguer após uma fase difícil.
Felizmente, um bom controle financeiro pode afastar sua empresa dessa estatística e abrir caminho para um crescimento sustentável.
7 pontos a avaliar ao medir a saúde financeira do MEI
Se você está em dúvida em relação à saúde financeira do MEI, temos algumas dicas para te ajudar a avaliar!
Fluxo de caixa
O fluxo de caixa é o conjunto de entradas (ganhos) e saídas (gastos) que formam toda a movimentação que faz a saúde financeira do MEI.
Se você olhar apenas para o dinheiro que tem em caixa neste momento, não poderá dizer como está a situação financeira da empresa, porque você precisa olhar para tudo que entra e sai do caixa ao longo do mês.
Por exemplo, você pode ter um saldo positivo de R$1 mil agora, mas daqui a dois dias ter que pagar R$800 para um fornecedor, pagar uma conta de luz de R$150, receber mais R$400 de uma venda a prazo, e por aí vai.
Ou seja: os valores vão mudando ao longo do mês, e o que importa é o resultado do período, que pode ser positivo ou negativo.
Daí a importância de acompanhar seu fluxo de caixa e não considerar apenas o dinheiro que você tem disponível no momento.
Custos
Não adianta vender muito se você tiver custos altíssimos que jogam o lucro lá para baixo, certo? Eles são essenciais para a saúde financeira do MEI!
Por isso, você precisa ficar de olho em todas as despesas da sua MEI, que podem ser divididas em duas principais categorias:
- Custos fixos: são custos necessários para o funcionamento da empresa que não variam conforme a produção e vendas, como aluguel do espaço, salário de funcionário, internet etc
- Custos variáveis: são custos que variam de acordo com o ritmo de produção e vendas, como as compras de fornecedores, comissões, impostos etc.
Então, você precisa saber exatamente quais são esses custos, como eles têm evoluído e qual o impacto deles no seu lucro – lembrando que o objetivo é sempre reduzir custos.
Impostos
O microempreendedor tem o privilégio de ter um regime tributário próprio chamado Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional (SIMEI).
Ao contrário de todas as outras empresas, a MEI paga apenas um valor fixo mensal que já soma a contribuição ao INSS com um valor simbólico referente ao imposto devido.
Esse valor é recolhido por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS MEI), que deve ser pago todo mês até o dia 20.
Em 2021, estes são os valores de acordo com a atividade da MEI:
- Indústria e comércio: R$ 56 (R$ 55 de INSS + R$ 1 de ICMS/ISS)
- Prestação de serviços: R$ 60 (R$ 55 de INSS + R$ 5 de ICMS/ISS)
- Comércio e serviços: R$ 61 (R$ 55 de INSS + R$ 6 de ICMS/ISS).
É muito importante manter os impostos em dia para não ter problemas com a Receita Federal e estar sempre com uma boa saúde financeira do MEI.
Em 2021, por exemplo, as empresas MEI tiveram até setembro para regularizar seus débitos, e as que não pagaram foram inscritas em Dívida Ativa.
As consequências disso vão desde a perda de qualidade de segurado do INSS até a dificuldade na obtenção de empréstimos.
Liquidez
A liquidez é um indicador-chave de desempenho financeiro que mostra quanto a empresa tem disponível em caixa para arcar com suas despesas de curto prazo.
Para chegar a esse valor, basta subtrair o passivo circulante (dívidas que devem ser pagas em breve) do ativo circulante (bens e direitos que podem ser convertidos em dinheiro).
Fazendo essa conta simples, você descobre se está com a liquidez em dia para pagar as contas e manter uma boa saúde financeira do MEI.
Lucratividade
A lucratividade é um indicador-chave de desempenho que define a capacidade de geração de lucro do MEI.
Para encontrar esse valor, você só precisa dividir o lucro líquido (dinheiro que sobra depois de subtrair todos os custos da empresa) pela receita bruta (dinheiro total das vendas), depois multiplicar por 100 para chegar à porcentagem.
Quanto maior essa porcentagem, mais lucrativa é o MEI. A ideia é acompanhar a lucratividade para descobrir se você está evoluindo e mantendo a saúde financeira do MEI.
E é muito importante investir o seu dinheiro para garantir que ele não seja desvalorizado!
Endividamento
Não dá para falar de saúde financeira do MEI sem pensar no endividamento, não é mesmo?
Para controlar esse índice, acompanhe de perto as dívidas do negócio para ter a certeza de que o faturamento é suficiente para arcar com todas as obrigações.
Lembrando que nem toda dívida é ruim.
Um empréstimo para comprar um novo equipamento e aumentar a produtividade, por exemplo, é um investimento positivo no futuro do MEI.
Capital de giro
Por fim, o capital de giro é a reserva financeira que você precisa ter em caixa para cobrir as despesas do negócio e garantir seu funcionamento.
Em uma loja, por exemplo, você precisa comprar produtos de fornecedores primeiro para depois ganhar dinheiro com as vendas, certo?
Enquanto o faturamento não entra, as contas da empresa continuam girando e é preciso pagar despesas como aluguel, contas de consumo, fornecedores, etc.
E ainda tem as vendas a prazo, que demoram mais para cair na conta do negócio.
Logo, o capital de giro é o dinheiro que cobre todos os custos até que o dinheiro das vendas fique disponível.
Para garantir a saúde financeira do MEI, você precisa ter sempre esse valor de reserva em caixa e utilizar o mínimo possível, conciliando os prazos de pagamento e recebimento.
E se você quiser um auxílio maior na saúde financeira do MEI sugerimos que você veja esse vídeo:
Apesar de não ser obrigado a ter um contador, pode ser muito útil para a saúde financeira do MEI ter um.
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